segunda-feira, 3 de março de 2014

O assunto de hoje é fotos

fotos, quem não ama uma boa foto não é?
pois é, a dica de hoje é como sair bem nas fotos
eu percebo que a melhor coisa é sair natural, treinamento, treinar um pouquinho é bom,
várias tentativas, quando tirar esteja natural, tenha naturalidade,
cenário, iluminação, natural. Produza bem o rosto, sorria,
foto séria também fica bacana, o importante é sair natural.
A iluminação, o cenário, deve estar tudo combinando com o seu estado de espírito,
o seu estado de espírito vai sair.
Veja o ângulo, as posições, as poses.
Ficar natural é bom, ótimo.
Os melhores momentos para tirar foto, é estar inspirado, sol, pôr-do-sol, família.
Tirar foto, quando você se sente melhor.
Não adianta forçar, seja espontânea.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Existem segredos que devem ser guardados a sete chaves, como um mico, como um dia desastroso, como cantar em baixo do chuveiro, como um beijo, como alguma coisa, desejo, sonho, vontade. quero ser feliz.
ano de emoções, bons pressentimentos. Estou sentindo com relação a este ano. Começou com tudo, entre, a casa é sua.
Existem momentos em que quero ficar bem à vontade, talvez para descobrir o sentido da vida, viver o sentido da vida, sem ser manipulada, sobrevivendo. quero apenas ser feliz, quero existir, de dentro pra fora.
Arrumar um espaço na bagagem para a felicidade, brote amor, saúde, paz, dinheiro, esperança.
2014, existem momentos assim, que devem ser vividos, sentidos, até o bagaço. Devemos ser mais generosos, gentis.
Muitos dias, momentos tem sido sinistros, e é disso que eu gosto, de risos, de gente sincera, que também não força muito, não força muito a barra.
Gosto da empolgação. Gosto de momentos extremos, intensos, pois em tudo sou muito intensa, coloco intensidade. 
Há muito tempo eu fui codjuvante, protagonista, hoje eu alterno os papéis. Nem só de um papel é bom, coadjuvante das ações, da vida, protagonista das ações, da vida, das escolhas. 
Tenho pressa de ser leve, de relaxar, de ser mocinha, movida à música, sonhos e esperança, realizações. Tenho pressa, ser leve.
Tenho calma de nunca terminar. Tenho pressa de leve, a leveza de ser quem eu sou.
temos que buscar espaço, Há espaço, no palco, na câmera. 
Arrumar bagagem, arrumar maquiagem, ação, cenas.
Pegue uma caneta e um papel e anote suas qualidades, não precisa complicar.
é preciso ser mais espontâneo, menos os outros. 
Não sinto tanto como a atriz principal. Menos é mais.
é preciso parar de ser apenas a dança que se quer, e assumir os vários papéis que a vida oferece. Ser estimulado viver, realizar. Enfrentar os riscos, coadjuvante, não vítima, protagonista.
Confio muito em Deus. E tenho as superstições para começar o ano com o pé direito. 

2014

recomendo

1- Ho hey The lumineers

2- Raimundos - reggae do manero

#Recomendo

Música

1- Onze vinte não devo nada


2- Padre Marcelo Rossi - Já deu tudo certo

3- Livro

1- A luneta mágica
ótimo de suspense e mistério, com a política.

2014 pro ano começar bem

2014 cheio de boas energias

1- Amor pra recomeçar - Frejat




2- Thiaguinho - Simples desejo



3- Jorge e Mateus - A hora é agora



4- Sambô - Toda forma de amor




                               
5- hoje o céu abriu - Nx zero


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Falta moral no mundo

"Com a sociedade descartada, há um vazio no mundo.
Vazio de educação, saúde, melhores salários, segurança.
É crime, o que o governo faz com nós.
Vazio, estamos vazios. A alma grita, mas também está vazia.
O coração luta, mas é triste a calamidade em hospitais
para que corações continuem batendo fortes na luta pelo Brasil.
E não é de se estranhar que a violência ganhe força,
a alma ganhe voz, não somos bobos,
falta moral.
A começar do governo, a começar de nós mesmos.
Deus está sempre comigo. E o vazio não tem vida.
Nem moral. A polícia está vazia, a manifestação está vazia
em sua minoria de pessoas ignorantes, mas cheia de pessoas que pensam e lutam por paz.
Vazias, precisamos de moral.
A verdade é que ninguém pode calar a nossa voz,
Se o governo pode, estamos vazios."

O que se percebe do Brasil, hoje, como em outras épocas, é que é um país sem moral. Não são só os políticos que prometem e não cumprem, e estão sempre tramando vantagens pessoais e familiares, sua próxima eleição; é o pedreiro que deixa na mão o cara que está reformando seu banheiro; é o aluno que chega invariavelmente 20 minutos atrasados; é o professor relapso que fica tomando cafezinho e esquece que tem aula; é o taxista que não sabe o trajeto (mesmo com GPS!) e dá voltas para chegar ao hotel do turista; é a empresa que leva dois meses para fazer seu contrato, paga atrasado e não deposita seu FGTS; é a companhia telefônica que lhe cobra um horror e não lhe dá linha quando você precisa; é a lei 8666 que restringe o administrador a fazer malabarismos para comprar papel higiênico e depois é assacado pelo fiscalismo inquisitorial do TCU. Em tudo e por tudo, faltam a todos nós eficiência e compromisso, para conosco mesmos e para com os outros.

O Brasil quer ser grande, sonho acalentado desde José Bonifácio. Mas suas estradas são péssimas, seus portos ineficazes e lentos, seus meios de transporte público defasados e debilitados, as grandes obras terrivelmente super-faturadas e sempre atrasadas. E muito mais.

Fazemos tudo isso de ruim por vontade própria? Sim, na medida em que são as pessoas que realizam as coisas; cada um de nós é dono de si. Não, pois elas vivem em coletividade, numa cultura que prima por esses defeitos, e que necessariamente condiciona os indivíduos a fazer o que o grupo faz.

Como sair desse pântano infernal? Alguns desistem e vão morar na Europa, nos Estados Unidos ou no Japão. Nesses países fazem de tudo, com eficiência e compromisso. Até gostam do que fazem, seja lavando pratos, trabalhando no pesado ou gerindo uma pizzaria. E, em geral, ainda se mostram felizes e alegres, quais brasileiros em sua terra natal.

Os que aqui ficam, e somos muitos, levam a vida como podem, no rame-rame moroso. Até estourar e surgirem bons motivos para repensar a vida, buscar alternativas.

A questão é a mesma da andorinha que sozinha não faz verão. O problema é: onde estão as alternativas coletivas? Como mudar, seletivamente, a sua cultura?

Aqui eu poderia fazer uma lista de sugestões que nos dão os diversos ramos da ciência e da filosofia popular. Os cientistas políticos pensam que é mudando as instituições – as eleições e os partidos, o regime político, o equilíbrio dos poderes, até clamam por uma nova constituição. Filósofos e historiadores falam em povo sem estofo, acomodados, dominados por uma elite desavergonhada e colonialista. Os educadores acham que é educando o povo, e põe retórica educativa nisso. Os crentes fervorosos acham que falta Deus. Os moralistas, bons costumes. Os cínicos, vergonha na cara. Eita, povinho ruim. Os antropólogos, laissez-faire.

A culpa é do governo federal, que devia dar o bom exemplo. Ou dos burgueses, que roubam e exploram, e o povo quer imitá-los, dizem os comentaristas políticos.

Vilém Flusser, um filósofo judeu-tcheco, que viveu seus bons vinte e tantos anos no Brasil, dizia que o brasileiro era um povo a-histórico, que não se recorda de nada do passado porque vive o presente, e isso lhe basta. Faz muita besteira, aguenta muita asneira, e segue sem pensar o futuro. Mas esse povo tem tantas qualidades humanas que um dia irá despertar por um processo coletivo de auto-consciência (e isto é quase um oxímoro) e iria ser um grande e alegre povo, um exemplo para a humanidade, na sua opinião, já tão carcomida por dentro, pelas europas.

E como se daria esse processo de auto-conscientização coletiva? Isso ele deixa para nós resolvermos.

Não sei dizer se o que se passa na atualidade brasileira tem a ver ou não com os princípios da ascensão desse inesperado processo coletivo de auto-conscientização. As marchas e passeatas de jovens, antes inermes e desiludidos, pouco interessados em se formar como adultos (que modelo de adultos eles têm?), cultuadores de beijinhos nas festas e hedonismo sem gozo, de tão pouca iniciativa política – essas passeatas inebriantes podem indicar um passo meio consciente, meio inconsciente em busca de alguma tipo de afirmação no mundo.

Na retórica desses jovens, e na sua dedicação apaixonada pela causa mais geral dos nossos tempos, habita o princípio da luta coletiva pelo nascimento de uma nova moral.

Yahoo.

domingo, 2 de junho de 2013

amanhã é o aniversário de uma pessoa muito importante pra mim, por isso estou aqui pra escrever que amanhã é o aniversário da minha mãe, e não posso conter a emoção. Eu não tenho muito o que dizer, mas de todas as coisas que gostaria de falar, só tenho a agradecer. Por ela ser linda, incrível, demais. Estar na torcida por mim e me cativar, sempre, cada vez mais, com a sua inteligência, intuição, incrível coração. Uma pessoa baita, enorme, generosa, batalhadora, guerreira. 

Mãe, obrigada por tudo e Feliz aniversário.